Pular para o conteúdo
Geise Moreira caderno de design Vamos conversar
← voltar aos projetos da faculdade

Estética e Percepção · Em grupo

Windows 8, redesenhado.

Analisamos por que a interface do Windows 8 estranhou tanta gente e redesenhamos três telas: a tela inicial, o menu Iniciar e as configurações rápidas.

Disciplina
Estética e Percepção, Design Unoesc
Equipe
Geise Moreira, Mayara Wommer, Valentina Delanoy e mais 3 colegas
Entrega
Análise e protótipo navegável
  • 1. o protótipo

    O redesign funcionando de verdade: tela inicial, menu Iniciar e configurações rápidas.

  • Antes e depois da tela inicial do Windows 8: à esquerda os blocos coloridos com rolagem horizontal, à direita o redesign escuro com saudação, busca e destaques.

    2. a tela inicial

    Antes, tudo com o mesmo peso. Depois, hierarquia clara, rolagem vertical e busca sempre no topo.

  • Antes e depois do menu Iniciar: a tela de blocos sem ponto de partida e o novo menu com lista de programas.

    3. o menu Iniciar

    O botão Iniciar de volta, com a lista clássica e os blocos opcionais no mesmo painel.

  • Antes e depois das configurações rápidas: a barra lateral escondida e o novo painel de acesso rápido.

    4. as configurações rápidas

    Wi-Fi, som e brilho em um clique, agrupados e com o mesmo visual do resto do sistema.

  • Tabela comparando quantos passos cada tarefa levava no Windows 7 e no Windows 8.

    5. a usabilidade

    Tarefas simples, como ajustar o volume, passaram de 1 clique para 3 passos ou mais.

  • Slide da conclusão dos problemas do Windows 8.

    6. a conclusão

    A falha visual levou à falha funcional: o design não comunicava como usar o produto.

o desafio

Um sistema, duas interfaces.

Lançado em 2012, o Windows 8 tentou servir ao tablet e ao computador ao mesmo tempo. Tirou o botão Iniciar, que existia desde 1995, e colocou uma tela feita para o toque em quem usava mouse. O resultado: usuários perdidos, e o Windows 7 continuou sendo o mais usado.

como analisamos

  1. Proporção e ritmo visual

    Uma grade repetitiva, sem hierarquia e sem um ponto de partida.

  2. Ergonomia

    Cantos ativos invisíveis e blocos pensados para o dedo, não para o mouse.

  3. Linguagem formal e coerência

    Caixa alta, mistura de estilos e dois sistemas diferentes dentro de um só.

  4. Usabilidade

    Funções importantes escondidas, sem nenhuma pista visual de onde ficavam.

o que descobrimos

O problema era visual e funcional.

Funções escondidas

Cantos que ninguém via

A barra de configurações só abria levando o mouse a um canto invisível da tela.

Passos a mais

O simples ficou complexo

Ajustar o volume, que era 1 clique, passou a levar 3 passos ou mais.

Estímulos demais

Tudo gritando ao mesmo tempo

Cores saturadas competindo entre si, enquanto o essencial ficava escondido.

o redesign

Menos passos, mais clareza.

telas redesenhadas
3
clique para as configurações rápidas
1
cliques para desligar (eram 5)
2

e o botão Iniciar de volta