Estética e Percepção · Em grupo
Windows 8, redesenhado.
Analisamos por que a interface do Windows 8 estranhou tanta gente e redesenhamos três telas: a tela inicial, o menu Iniciar e as configurações rápidas.
- Disciplina
- Estética e Percepção, Design Unoesc
- Equipe
- Geise Moreira, Mayara Wommer, Valentina Delanoy e mais 3 colegas
- Entrega
- Análise e protótipo navegável
o desafio
Um sistema, duas interfaces.
Lançado em 2012, o Windows 8 tentou servir ao tablet e ao computador ao mesmo tempo. Tirou o botão Iniciar, que existia desde 1995, e colocou uma tela feita para o toque em quem usava mouse. O resultado: usuários perdidos, e o Windows 7 continuou sendo o mais usado.
como analisamos
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Proporção e ritmo visual
Uma grade repetitiva, sem hierarquia e sem um ponto de partida.
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Ergonomia
Cantos ativos invisíveis e blocos pensados para o dedo, não para o mouse.
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Linguagem formal e coerência
Caixa alta, mistura de estilos e dois sistemas diferentes dentro de um só.
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Usabilidade
Funções importantes escondidas, sem nenhuma pista visual de onde ficavam.
o que descobrimos
O problema era visual e funcional.
Funções escondidas
Cantos que ninguém via
A barra de configurações só abria levando o mouse a um canto invisível da tela.
Passos a mais
O simples ficou complexo
Ajustar o volume, que era 1 clique, passou a levar 3 passos ou mais.
Estímulos demais
Tudo gritando ao mesmo tempo
Cores saturadas competindo entre si, enquanto o essencial ficava escondido.
o redesign
Menos passos, mais clareza.
- telas redesenhadas
- 3
- clique para as configurações rápidas
- 1
- cliques para desligar (eram 5)
- 2
e o botão Iniciar de volta